Por mais vovós cientistas

Por Reinaldo José Lopes

Logo no comecinho de minha leitura do livro “The Gardener And The Carpenter” (“O Jardineiro E O Carpinteiro”), da psicóloga cognitiva americana Alison Gopnik, da Universidade da Califórnia em Berkeley, tropecei neste trechinho que, de tão fofo, dá vontade de apertar as bochechas das letras, se elas as tivessem:

“Então, este livro será a obra de uma avó, que também é uma cientista e filósofa — de uma ‘bubbe’, como a minha própria avó judia teria dito –, mas uma ‘bubbe’ de Berkeley, uma avó que coordena um laboratório de ciência cognitiva e escreve artigos sobre filosofia enquanto conta histórias sobre o tempo dos antigos e faz panquecas de mirtilo. Vovós cientistas e filósofas eram meio difíceis de achar antigamente, então talvez combinar ambas as perspectivas possa nos ajudar a entender o valor de ser pai e mãe de uma maneira de que nos leva além do simples ‘parenting’ [em inglês, algo como “a técnica de ser pai”].”

Particularmente, voto por mais vovós (judias ou não) cientistas, senhoras e senhores.

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